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Confrarias
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MensagemEnviado: Terça Dez 09, 2008 12:40 am 
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Confraria das Casulas
Mogadouro


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O tradicional butelo com casulas vai ser incluído nas cartas gastronómicas dos restaurantes do Planalto

A Confraria Gastronómica das Casulas de Mogadouro já foi oficializada. As casulas são uma vagem de feijão cortado em pequenos pedaços que é seco ao sol e, por norma, acompanha o tradicional butelo ou chouriço de ossos confeccionado na região trasmontana ou outras peças do fumeiro tradicional.

A constituição da Confraria visa promover um produto que está directamente ligado à cultura gastronómica de Mogadouro. “ As casulas merecem ser promovidas devido Ao seu potencial a nível gastronómico”, realçam os confrades.

Segundo os promotores da Confraria, a ideia é promover a gastronomia regional junto dos visitantes e, ao mesmo tempo, incluir este prato nas cartas gastronómicas dos restaurantes da região.

“Estes produto endógeno tem sido um pouco desprezado pelos agentes económicos locais, sendo por isso importante inclui-lo nos hábitos alimentes das pessoas”, afirmou Antero Neto, um dos confrades fundadores.
Dada a qualidade dos produtos agrícolas existentes na região “ é importante diversificar” a oferta gastronómica.
A promoção das ementas tradicionais à base de casulas será a principal meta da nova Confraria, que também pretende confeccionar menus com produtos de excelência produzidos através da agricultura natural.

“O butelo com casulas é um prato muito procurado em Trás- os- Montes, só que a iguaria nem sempre se encontra disponível, talvez por não haver ainda um cultura gastronómica na região”, asseguram os novos confrades.
Por isso, Antero Neto salienta que o primeiro passo assenta na criação de parcerias com os agentes económicos do concelho, no sentido de promover os produtos junto dos potenciais clientes.

Francisco Pinto, Jornal Nordeste, 2008-12-07
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Confraria do Presunto
MensagemEnviado: Quinta Jan 01, 2009 4:26 pm 
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Confraria do Presunto
Chaves


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Associação visa divulgar a gastronomia e a região flaviense

Promover os produtos gastronómicos regionais, como o presunto, folar e pastel de Chaves é o principal objectivo da Confraria de Chaves recentemente criada.
Através deste projecto pretende-se, deste modo, promover e divulgar os produtos regionais, bem como a região flaviense no que diz respeito a actividades gastronómicas e culturais.

Apoiar a gestão de produtos e marcas comerciais e a realização de vários eventos gastronómicos e culturais é, também, outro dos objectivos da Confraria.
Assim, esta associação sem fins lucrativos visa, igualmente, defender e preservar a autenticidade e genuinidade dos produtos tradicionais, impulsionando a investigação no que diz respeito ao seu fabrico.

Recorde-se que, nas últimas duas décadas, o concelho de Chaves tem vindo a perder algum prestígio no que toca à produção artesanal de alguns dos produtos gastronómicos tradicionais mais emblemáticos, como o Presunto e o Fumeiro.

Assim, a obrigatoriedade de fabricar produtos deste género em instalações e equipamentos sofisticados, que acarretam elevados custos, levaram à desvalorização e desinteresse perante produtos que foram uma mais-valia para a economia local.

No início dos anos 90, Chaves perdeu a marca Presunto de Chaves a favor do Presunto do Barroso.

Desde 2003 que o executivo tem vindo a concretizar um conjunto de iniciativas com o objectivo de promover os produtos gastronómicos de reconhecida excelência em Chaves, seja através de candidaturas para a obtenção das marcas de Indicação Geográfica Protegida (IGP) ou pela consolidação de uma rede de cozinhas regionais no território concelhio.

, 2009-01-01
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Re: Confrarias
MensagemEnviado: Quarta Dez 16, 2009 3:13 pm 
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13 anos a promover Trás-os-Montes
Trás-os-Montes


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Maior Confraria do País realiza actividades e associa-se a eventos que enaltecem produtos de qualidade que identificam a região

Sob o lema «comida quer bebida e bebida quer comida», a Confraria de Enófilos e Gastrónomos de Trás-os-Montes e Alto Douro (CEGTMAD) é a maior congregação do País, que visa promover produtos de qualidade que identificam a região.

Com 13 anos de vida, a Confraria conta com 226 elementos, entre os quais se destacam oito confrades de Mérito e dois confrades de Honra e Devoção. A missão de cada um é muito clara e assenta no paradigma de promover, de uma forma discreta e eficaz, a região de onde são oriundos. À entrada para a confraria ficam à porta a política, o futebol e a religião. “Há outra hierarquia e é essa que tem que ser seguida”, enfatiza o grão-mestre da CEGTMAD, António Monteiro.

O responsável realça que há confrades oriundos de todos os concelhos abrangidos pela congregação, que se estende a todo o distrito de Bragança e Vila Real e parte do distrito da Guarda e Viseu. «Já realizámos eventos em praticamente todos os concelhos. Além das nossas actividades, também nos associamos a festivais ou feiras de qualidade e, quando nos pedem para promover um produto, também o fazemos e pagamos o que promovemos, desde que, antecipadamente, tenhamos a garantia de que é um bom produto», realça António Monteiro.

O leque de actividades e de eventos desenvolvidos pela CEGTMAD é diverso e transversal a toda a região e, até, ao estrangeiro. A mais recente iniciativa realizada pela congregação foi o Capítulo de Outono, que decorreu no mês passado, na cidade de Bragança, onde a confrade Graça Morais se encarregou do roteiro cultural para os participantes (ver artigo de opinião na página seguinte).

Confraria enfatiza toda a dinâmica cultural que há por detrás de cada produto digno de distinguir a região

Olhando para o trabalho que a confraria tem vindo a realizar ao longo dos anos, destaque para a Carta Gastronómica de Trás-os-Montes e Alto Douro (em elaboração contínua), a realização do Congresso Enogastronómico de Trás-os-Montes e Alto Douro (III Congresso em preparação), bem como a caracterização dos produtos tradicionais.

O apoio e a dinamização de eventos regionais, como é o caso da Feira do Fumeiro de Vinhais, da Feira do Folar de Valpaços, do Projecto Terra Olea (Mirandela) ou do Encontro de Azeite e Sabores (Sabrosa), fazem, igualmente, parte do plano de acção da CEGTMAD.
«Por detrás de cada produto há uma dinâmica cultural, como saberes, história … Fazer o vinho é um acto cultural, fazer o azeite, a alheira tudo isso são actos culturais que é preciso transportar para a confraria. Porque uma confraria não pode ser só comer e beber», salienta o grão-mestre.

A promoção passa pela realização de eventos de grande expressão e não por levar os produtos aos potenciais compradores. «É bom que não sejamos nós a levar os nossos produtos para fora, mas que sejam as pessoas que lhe reconhecem qualidade a virem cá buscá-los», sublinha o grão-mestre.

A par de todas as acções de divulgação ou de aconselhamento técnico na área da gastronomia e enologia à restauração, a CEGTMAD também edita uma revista semestral, com o título «Comes & Bebes», que estuda e divulga a região transmontano-duriense e os seus produtos.

Teresa Batista, Jornal Nordeste, 2009-12-16
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Re: Confrarias
MensagemEnviado: Segunda Jul 12, 2010 4:34 pm 
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Confraria Ibérica da Castanha
Bragança



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Confraria quer Bragança como capital da castanha

A Confraria Ibérica da Castanha quer alargar o raio de acção a outros países da União Europeia, para além de Portugal e Espanha.
A ideia foi defendida este fim-de-semana, durante da assembleia-geral da confraria que teve lugar no Teatro Municipal de Bragança.

França e Itália podem ser os primeiros países onde se vai investir. O objectivo da confraria é ganhar uma posição de liderança e transformar Bragança na capital da castanha ao nível europeu. O grão-mestre da Confraria Ibérica da Castanha, Gilberto Batista, referiu que o alargamento a outros países passa por conquistar confrades de países que têm sido representados por vários oradores estrangeiros em colóquios organizados pela entidade transmontana. “De França já temos alguns, mas agora é preciso começar a apostar na Itália”, referiu. “Estes são os países que nos interessam mais pois são eles quem mais dinheiro ganha, com a castanha, porque lhe dão maior valor acrescentado”, acrescentou.

Cada vez mais a confraria se quer afirmar como catalisador e condutor do processo relacionado com a castanha.
A Assembleia-geral da Confraria Ibérica da Castanha, que incluiu a apresentação do relatório de contas de 2009, aprovou ainda a proposta de admissão de 15 novos confrades e eleição os órgãos sociais para 2010/2011.

Na mesma sessão destacou-se a necessidade de organizar actividades fora da época do fruto, no Outono, o que poderá passar pelo aproveitamento na gastronomia e o aproveitamento no novo conceito de turismo, através da realização das rotas do castanheiro em flor. Mas, para o efeito é necessário partir para o terreno e sinalizar percursos, tornando-os visitáveis.

No final das actividades da assembleia-geral, os confrades participaram num passeio por uma zona de castanheiro em flor em várias aldeias, nomeadamente em Donai, com paragem em Oleiros, seguindo por Rabal até Palácios, onde decorreu a entronização dos novos confrades. Neste grupo destacou-se o professor Vera-Cruz Pinto, director da Faculdade de Direito de Lisboa.
“Nos últimos três anos criaram--se mais produtos à base
de castanha do que em 50 anos”

Posteriormente foi servido um jantar com pratos confeccionados com castanha. O grão-mestre da Confraria realçou a importância de introduzir na gastronomia pratos à base de castanha, e que o facto de estarem a degustar estas iguarias “se devia ao empenho que tem trabalhado para que a castanha seja valorizada”.
Para o grão-mestre “nos últimos três anos criaram-se mais produtos à base de castanha do que em 50 anos”, e dá como exemplos o «Ouriço de Bragança», um doce da autoria de Eurico Castro, e o «sabonete de castanha», apresentado pela «Oriflame» na «Norcastanha».

Jornal Nordeste, 2010-07-12
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